O que aprendemos sobre os nossos medos?

Nesse mês de fevereiro falamos bastante sobre o Medo aqui no Blog. Começamos com o texto “Seus medos podem virar os do seu filho, como saber e evitar?” e descrevemos sobre o conceito do medo. Como procuramos lidar com o medo nas nossas vidas e as vezes até procuramos por ele.

Nesse contexto falamos sobre as crenças que nada mais são que medos que adquirimos em virtude de algo que aprendemos ou vivenciamos, geralmente, com os nossos pais ou avós.

Quando falamos em crença algumas pessoas tem o hábito de associar alguma conotação religiosa. Entretanto, não é essa a nossa intenção. Falamos em crença como o processo mental formada por uma determinada pessoa para acreditar em algo.

E relacionamos as crenças aos medos para demonstrar como eles podem limitar ou mesmo criar barreiros ao nosso desenvolvimento e crescimento pessoal.

A partir daí identificamos várias crenças que geralmente são passadas de pais para filhos e demonstramos como essas são parte de uma cadeia de medos e valores que vem sido transferidos de geração em geração.

Aqui reforço que os conhecimentos trazidos pelos nossos antepassados quando possibilitam ações positivas e potencializadoras, devemos não somente receber como aprender com ela e desenvolver ainda mais para que possamos continuar a passar adiante.

A questão é quando essas crenças são limitadoras e nos impedem de crescer e esse foi o tema do texto “Você sabe quais são os medos que “herdamos” dos nossos pais?”

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No texto falamos sobre como repassamos os nossos medos para os filhos a partir de um sentimento de fuga de alguma dor que nos tenha sido causados por algo ou alguém. É notório que utilizamos esse sentimento e que não queremos que os nossos filhos sofram como nós sofremos. Porém esquecemos que eles podem agir de outra forma e superar isso de outro modo, sem medo algum.

Em muitos casos esses medos nem são nossos, na verdade foram passados pelos nossos pais (avós) e assim pelos pais deles. Ou seja, carregamos uma verdadeira “herança maldita” por gerações.

Nesse texto disponibilizamos ainda um exercício mental para que você possa identificar quais são os seus medos e assim trabalhar com eles para que não sejam repassados para os seus filhos. O primeiro passo é sempre reconhecermos os nossos medos. Tenha certeza que algum medo que seu filho tem hoje é fruto de algo que os Pais passaram para ele.

Em outro post falamos especificamente sobre o medo de barata, que utilizamos como exemplo para demonstrar como passamos os nossos medos para os filhos sem nem ao menos perceber.

E por fim falamos no texto 07 formas de passar os seus maiores medos para o seu filho identificamos como no nosso dia a dia passamos os nossos medos para as crianças.

Demonstramos por meio de 07 formas práticas como fazemos isso em situações rotineiras e cotidianas e como podemos ficar atentos para evitar esse tipo de comportamento. A ideia é mostrar para os Pais que é possível sim mudar crenças que irão limitar o desenvolvimento das crianças.

É possível verificar então que aprendemos a perceber, identificar e trabalhar a forma como passamos as crenças aos nossos filhos. Uma revisão dos posts é válida para que os Pais saibam como atuar frente a esse desafio.

Os impactos nos comportamentos das crianças podem ser os mais diversos e com certeza você vai se identificar com algum que esteja realizando. Num primeiro momento vai perceber somente após a instalação da crença negativa ou limitadora. Ou seja, vai falar e depois pensar no que falou.

Tudo bem! A identificação é realmente o primeiro passo.

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Após isso vai perceber em alguns momentos que vai evitar falar algo já identificando uma possível crença ou medo que é seu e não da criança. E a partir daí ao invés de falar ou pensar você irá fazer isso de forma muito rápida falando para a criança uma crença possibilitadora.

Você vai perceber que o medo é seu e que para seu filho não cometa o mesmo erro, você deve explicar para ele como vencer esse desafio e não limitar a sua ação.